terça-feira, julho 04, 2006

MINHA NOVA SELEÇÃO !

segunda-feira, julho 03, 2006


Esse jogo vai dar o que falar, começando pelas declarações deRibéry, falando sobre o grande jogador Português, chamado Scolari.
Mal sabe ele, que Scolari, é Brasileiro, técnico da seleção Portuguesa, é que quando jogador, era um zagueiro, aquele famoso "Zagueiro-Zagueiro", e jogou em grandes clubes como o CSA...(Clube Social Alagoano)

Quem acompanha o blog dele, sabe que ele tava com vontade de jogar..
Aqui vai uma parte, em um bom Espanhol/Internetês.

Estos dia fueron terribles taba…toy muuuyyyy triste por suerte kndo llege a casa encontre mi lugar y me senti seguro…papa y me re bancan son unos Kapos y la peti es una dulce.

Aunke toy mas tranki y tuve noticias tuyas (no muchas pero lindas y yenas de esperansas) mi cabesa no para un segundo…despierto o dormido me sigo preguntando ke ubiera pasado si entraba…me kede con una leche!!! keria jugar y ayudar nada mas no me kalente me angustie me desespere keria tener mi chanse de ayudar…

Soy tan rompe bolas con migo ke no me perdono una, no paro de pensar me kema la bocha!!! mi familia me dice ke ya fue, ke me kalme, ke siempre hay rebancha…pero yo no veo la hora de ke esa rebancha yegue yaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!1

Por suerte en pocos dias me voy para aya y me junto con los pibes y seguro ke jugamos un pikadito asta ke duelan los pieses jejejejej

Lio (guardado)



Fonte: Blog do Messi

NOVA SELEÇÃO

Goleiros: Gomes (PSV – 29 anos), Moretto (Benfica – 31 anos), Fábio (Cruzeiro – 30 anos), Lopes (Botafogo - 27 anos), Jefferson (Trabzonopor - 27 anos) e Bruno (Atlético-MG - 25 anos).

Lateral direito: Gabriel (Málaga – 29 anos) Eduardo Ratinho (Corinthians – 22 anos), Amaral (Palmeiras – 22 anos), Daniel Alves (Sevilla – 29 anos), Rafinha (Schalke 04 – 25 anos).

Lateral esquerdo: Michel Bastos (Atlético-PR - 27 anos), Marcelo (Fluminense – 22 anos) e Adriano (Sevilla – 25 anos).

Zagueiros: Alex (PSV – 28 anos), Alcides (Benfica – 25 anos), Gladstone (Juventus – 25 anos), Luisão (Cruzeiro – 23 anos), Moisés (Sporting - 31 anos), Fabiano Eller (Internacional – 33 anos), Anderson Polga (Sporting – 31 anos), Moisés (Sporting – 30 anos).

Volantes: Arouca (Fluminense – 24 anos), Rosinei (Corinthians – 27 anos), Renato (Sevilla – 31 anos), Júlio Baptista (Real Madrid – 29 anos), Thiago Motta (Barcelona – 27 anos), Josué (São Paulo – 30 anos), Denílson (São Paulo – 22 anos), Jonathas (Flamengo – 27 anos), Cléber Santana (Santos – 29 anos).

Apoiadores: Diego (Werder Bremen – 25 anos), Ramon (Atlético-MG – 22 anos), Carlos Alberto (Corinthians – 26 anos), Rodrigo Tabata (Santos – 29 anos), Ibson (Porto – 26 anos), Fernandinho (Shaktar Donetsk - 25 anos), Evandro (Atlético-PR – 23 anos), Elano (Shaktar Donetsk – 29 anos), Jádson (Shaktar Donetsk – 26 anos).

Atacantes: Thiago (São Paulo – 24 anos), Lenny (Fluminense – 22 anos), Nilmar (Corinthians – 25 anos), Anderson (Porto - 22 anos), Danilinho (Atlético-MG – 23 anos), Rafael Sóbis (Internacional – 25 anos), Deivid (Sporting – 31 anos), Luís Fabiano (Sevilla – 29 anos), Paulo Barreto (Udinese – 24 anos), Ricardo Oliveira (São Paulo - 30 anos), Whelliton (Goiás – 24 anos), Márcio Mossoró (Internacional – 27 anos)

domingo, julho 02, 2006

Considerações

-Tenho apenas 3 considerações a fazer:

1. Contra a França, o Brasil jogou o mesmo futebolzinho que jogou contra Croácia, Austrália, Japão e Gana... só que ontem teve adversário.

2. Não queria Cafú, Roberto Carlos, Ronaldo, Adriano e muito menos Carlos Alberto Parreira nem no meu Galo.

3. Que vexame!

COLUNA - TORCEDORA DO DIA

To apaixonado...

COLUNA - TORCEDORA DO DIA

To apaixonado...



A seleção brasileira não merece esse tipo de jogador. Eu costumo dizer que a condição física é um fator primário no futebol globalizado atual. É o mínimo que espera-se de um jogador. E Ronaldo viajou à Alemanha pesando 95kg.

Um elenco tão badalado, que estrela comerciais inclusive com seu treinador, que move milhões de dólares durante toda a temporada. O mínimo que espera-se de jogadores assim é vontade. E isso o Brasil não mostrou sequer uma vez na Copa.

Não foi nenhuma surpresa a derrota para a França. O Brasil que todos esperavam nem chegou na Alemanha. Era óbvio que um time que se comportava daquela maneira apática contra as seleções de Gana, Austrália e Croácia iria se dar mal.

Quem saiu ganhando com a derrota brasileira foi o futebol. Porque uma Copa do Mundo é grandiosa demais. Zidane fez juz a sua grandeza. A justiça, enfim, foi feita. A derrota do Brasil não me dói. Não foi como em 82. Parreira adora essa comparação. No papel, as duas seleções se equivalem. Porém, na prática quem ficou para a história foi a seleção de 82. Esse time atual entra para a história como um dos piores que o Brasil já formou.

Eu dizia antes das quartas-de-final, em minha coluna sobre o Pragmatismo de Parreira, que os Deuses do Futebol não permitiriam o sucesso da equipe brasileira. Eles me ouviram, e coroaram a carreira de um dos jogadores mais brilhantes que o futebol já viu.

Viva Zidane! Viva o fracasso do pragmático futebol brasileiro! E que venha a renovação...

"ZIDANE É MELHOR" TEM 13 LETRAS


Essa foi a frase brilhantemente dita por João Palomino, da ESPN Brasil. O clima de tragédia vivido pela imprensa brasileira repete 98. Para a maioria, o Brasil perdeu. Para mim, a França ganhou. Zidane ganhou. E merecidamente.

sexta-feira, junho 30, 2006

ITÁLIA NA SEMI

Itália 3x0 Ucrânia

-A Itália não empolgou, mas seria muito pedir uma atuação de gala. Os 3x0 já foram ao limite do espetáculo que o time pode exibir.

-A Itália nunca perdeu para a Alemanha em Copas.

-Os italianos devem estar agradecendo a Deus até agora. Além de pegar o caminho mais fácil, ganhou um pênalti de presente contra a Austrália.

-Depois da queda da Ucrânia, a Copa da Alemanha espantou de vez o fantasma das zebras. Agora só resta uma seleção que não possui títulos mundiais: Portugal.

HAJA CORAÇÃO!!!!!


Alemanha 2x1 Argentina

-Pekerman tirou o homem do jogo para segurar o resultado e acabou traído.

-Klose provou ser homem de decisão.

-Lehmann e Kahn representam o que é o espírito contagiante da seleção alemã.

-O jogo entrou para a história e o mundo parou para assistir o duelo das duas melhores seleções da Copa.

-A Alemanha tem tudo para levar o título. Basta jogar o que sabe.

quinta-feira, junho 29, 2006

PRAGMATISMO: O ATRASO DO FUTEBOL MODERNO

A discussão mais interessante movida pela Copa 2006 gira em torno do futebol prático e moderno que vem sendo jogado. É o futebol de resultados. Poucas equipes têm ousado arriscar alguma coisa nos 64 jogos do Mundial. A maior prova disso é a seleção brasileira, que tem o treinador mais pragmático de todos, Carlos Alberto Parreira. Talvez Parreira seja um dos precursores do futebol pragmático de sucesso. Apesar de já ser praticado pelos alemães, esse tipo de jogo foi motivo do sucesso da seleção tetracampeã nos Estados Unidos, em 1994. Numa das piores finais da história das Copas, Brasil e Itália não ousaram nos 120 minutos disputados. Pior para os italianos, que perderam na loteria dos pênaltis.
O saudosismo na crônica esportiva é o principal tormento do técnico Parreira nos últimos dias. O futebol de resultados apresentado pelo Brasil nessa Copa de nada diferencia das outras seleções classificadas para as quartas-de-final do Mundial. Porém, uma geração tão encantadora, que seria a melhor desde 1982, não vem apresentando espetáculo nenhum. E quem tem se destacado no time são os defensores. É complicado escolher um culpado. A maioria diria que Parreira é o grande responsável por isso. Porém, a história comprova que treinadores como Telê Santana, técnico do Brasil nas Copas de 1982 e 1986, caíram diante de equipes inferiores jogando de forma espetacular e memorável.

Telê (foto) é lembrado com fama de pé-frio até os dias de hoje. Suas seleções marcaram época, mesmo caindo antes da final em 82 e 86. Talvez o saudosismo daquelas seleções seja muito mais intenso que o das seleções campeãs de 94 e 2002. O treinador era conhecido como adepto do futebol arte. Considerado Mestre dos técnicos, ele preferia ver seu time perder jogando bonito a vencer jogando feio. O mais anti-pragmático dos treinadores é o principal exemplo dos saudosistas de 1970. Do outro lado, estão jovens que vivenciaram a mesma Copa de 82, e têm péssimas lembranças dessa data. A tragédia ocorrida na década de 80, impulsionou o questionamento sobre o pragmatismo no futebol.
A Copa de 1990 foi um fiasco para o Brasil. Sebastião Lazaroni foi o mais europeu dos técnicos que o Brasil já teve. Comandado por Dunga, o time não só não brilhou, como afundou diante da Argentina, que jogava bonito e acabou caindo diante da pragmática seleção alemã.
Em 1994, Carlos Alberto Parreira tentou de tudo para montar uma seleção que empolgasse. Porém, o maior talento do time, Raí, não correspondeu às expectativas. Assim, Dunga novamente tornou-se a principal peça do elenco. Com Mazinho e Mauro Silva completando a frota de volantes, o Brasil foi campeão graças ao contra-ataque magistralmente comandado por Romário e Bebeto. Foi o fim de uma fila de 24 anos sem títulos mundiais. Foi a primeira vitória do futebol pragmático brasileiro. E a derrota do futebol.
Em 2002 não foi diferente. Luiz Felipe Scolari sempre teve fama de retranqueiro. E não foi à toa que o Brasil foi campeão do mundo jogando pela primeira vez com 3 zagueiros e 2 volantes. Melhor para os laterais, que apoiaram mais, e para Rivaldo, que teve total liberdade de criação e foi a estrela da Copa.
Já em 2006, fica muito claro que o futebol pragmático é predominantemente adotado por todas as equipes. E é por isso que podemos classificar a atual era futebolística como regressista. O conservadorismo é o carro-chefe do futebol moderno. Não é à toa que o futebol arte, que crescia na África perdeu espaço, e foi tomado por esquemas táticos fracassados de técnicos alemães. A globalização tornou o futebol um produto genuinamente europeu. E a tendência é a maior aproximação dos estilos de jogo, para um futuro padrão, que colocará as equipes de elite em igualdade. E o acaso deve perder espaço em meio a números e ciências exatas que os Deuses do futebol detestariam ver na essência da arte que move milhões de corações no mundo todo.

quarta-feira, junho 28, 2006

"Se Juninho é banco, imaginem o time"

Raymond Domenech ( Técnico da França )

BRASIL 3x0 GANA


A vitória da seleção brasileira não só não convenceu, como decepcionou. Não é mais questão de jogar bonito ou não. O time jogou mal. E só não teve dificuldades porque o time de Gana é horrível. Soou ridículo o sufoco que tomamos do time africano. Ridículo também foi o nosso meio campo, em termos de criação. Me preocupa muito. Que venha a França...

Notas

Brasil

Dida: 9
Cafu: 7
Lúcio: 8
Juan: 8
R. Carlos: 3
Emerson: 5
(Gilberto Silva): 6
Zé Roberto: 7
Kaká: 3
(Ricardinho): 9
Ronaldinho: 5
Adriano: 4
(Juninho): 5
Ronaldo: 7

Gana

Kingson: 6
Pantsil: 5
Pappoe: 4
Mensah: 7
Shilla: 6
Eric Addo: 5
(Boateng): 4
Appiah: 5
Draman: 6
Muntari: 7
Amoah: 5
(T.-Mensah): -
Gyan: 5

Árbitro

Lubos Michel (SVK) : 5